22 agosto 2016

Plantas artificiais ganham espaço em casa.


 Plantas artificiais ganham espaço em casa.

 Plantas artificiais ganham espaço em casa.

As plantas artificiais, também chamadas de permanentes, ganharam um expressivo mercado nos últimos anos em razão da excelente qualidade e das vantagens que apresentam em relação às plantas naturais. A decoração de interiores está, cada vez mais, incluindo em seus projetos árvores, flores e folhagens permanentes, pois estas se adaptam em qualquer ambiente, residencial ou comercial.

“Elas são tão bonitas quanto as naturais, estão sempre perfeitas e não necessitam de cuidados especiais”, observa Daniele Steindorf, empresária do ramo de plantas artificiais que atua neste segmento há 15 anos e é uma referência em Curitiba.

Seguindo esta tendência, a maioria dos espaços da última edição da Casa Cor Paraná foi decorada com árvores e flores artificiais. A convite do arquiteto Luiz Maingué, a Daniele Steindorf decorou o ambiente “Sala de Troféus”, que homenageou o Dr. Paulo Pimentel, ex-Governador do Estado do Paraná.

Apesar de possuir uma empresa regularmente constituída, a Daniele não possui loja, pois faz projetos exclusivos, sob encomenda, e atende por meio de visitas com hora marcada. São mais de 400 opções de árvores, flores, folhagens e vasos.

Ela reconhece que ainda existe muito preconceito em relação às plantas artificiais. No passado eram fabricadas sem nenhum critério utilizando somente plástico, papel ou cetim; “eram feias mesmo”,  acrescenta Daniele. Existem, atualmente, muitos fabricantes. Porém, nem todos tem o padrão de beleza que o mercado exige.

Faz parte da política de qualidade da Daniele Steindorf selecionar criteriosamente seus fornecedores de forma a trazer para seus clientes o que há de melhor através de reproduções tão perfeitas nas formas, cores e texturas, que é quase impossível distingui-las das naturais sem tocá-las. Com relação à durabilidade, a vida útil de uma planta artificial pode passar de 10 anos exigindo apenas alguns poucos cuidados com limpeza.


Para todos os gostos e ambientes

Existem três grandes grupos de plantas artificiais: árvores, flores e folhagens, divididas em centenas de espécies, com variações de alturas e cores. Com relação às árvores, as mais procuradas são o bamboo (destaque para o bambo japonês e o mussô),a yucca (diversas espécies), a palmeira (phoenix e areca – entre as principais), as  dracenas (com muitas variações), e o pandanus (planta preferida por muitos arquitetos).

Com relação às flores,  as orquídeas são as campeãs de preferência, com dezenas de variações e cores. As rosas, amarílis, boca de leão, hortênsia, crisântemo, flor de pessegueiro, camélia, entre outras, também são muito requisitadas.
                                                                
Já as principais folhagens são a espada e lança de São Jorge, agave, samambaia, hera, gerânio, caladium, pick, bromélia, suculenta, folha de eucalipto, aralia, avenca, cróton e buchinho, também são muito utilizados nas composições dos arranjos. Nesse segmento, Daniele chama a atenção para o “jardim vertical” muito solicitado para deixar aquele “cantinho” mais gostoso e visualmente mais agradável.
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